Sua operação consiste de um sistema hidráulico localizado na região metropolitana de São Paulo, no Médio Tietê e no Vale do Rio Paraíba do Sul
Fazem parte desse sistema reservatórios, canais, usinas e outras estruturas relacionadas, buscando um aproveitamento racional das águas superficiais.
Buscando o aproveitamento múltiplo da sua utilização das águas, a empresa busca utilizá-las tanto para geração de energia, como controle de cheias, o lazer e a pesca.
A Emae apresentou um crescimento de 34,9% na receita líquida desde 2020 representando assim aproximadamente 11,6% ao ano o que pode ser considerado bom, pois seu mercado de atuação já atingiu certa maturidade, além do país em que estamos ter passado por instabilidades econômica e política durante o período citado.
Já o Ebit (Lucro Operacional) no mesmo período de comparação vem apresentando resultados bastante voláteis porém com queda de 2020 para 2023 saindo de R$ 145,2 milhões e indo para R$ 48,0 milhões. Tal queda pode ser oriunda de vários fatores entre eles: aumento da inadimplência, perdas técnicas e não técnicas, etc...
No entanto seu nível de endividamento está zerado o que é algo bastante positivo, já que a empresa mostra que está com saúde financeira bastante saudável tendo assim sobra de caixa pra ter resultado financeiro positivo com aplicações financeiras.
Apesar da forte queda no Ebit seu resultado líquido apresentou queda mas numa proporção bem menor graças provavelmente aos ganhos com aplicações financeiras por ter uma dívida zerada que passou de R$ 198,5 milhões em 2020 para R$ 150,5 milhões em 2023..
Disclaimer:
Este artigo tem finalidade exclusivamente educacional e informativa. Os comentários sobre a Emae (EMAE4) referem-se à interpretação de demonstrações financeiras, indicadores econômicos e fatos públicos divulgados pela companhia. O conteúdo não representa recomendação de investimento, relatório de análise ou oferta de compra ou venda de valores mobiliários. As decisões de investimento são de responsabilidade exclusiva do investidor.